Criações

Não vamos só criar, mas também expôr as nossas opiniões acerca de algo que nos pareça relevante. Este é o nosso espaço aberto para fazer ouvir a nossa voz, como simples estudantes!

Quinta-feira, Junho 08, 2006

“BRAGACONCERT’06” de volta ao estádio 1.º de Maio

“BragaConcert 06” é a designação para um festival que traz ao Estádio 1.º de Maio, nos dias 16 e 17 de Junho, Daniela Mercury, Santos e Pecadores, “Rabo de Saia” e um grande grupo de “dj’s”, entre eles Ana Feel, Miguel Rendeiro e Overule.
Além da baiana Daniela Mercury, que actua na primeira noite do festival, os sons brasileiros preenchem parte do programa do segundo dia, com a banda “Rabo de Saia”. Nessa noite, actua ainda a banda portuguesa “Santos e Pecadores”.
Nas duas noites, a seguir aos concertos de estádio, a animação continua numa “tenda electrónica” com vários “dj’s”.
A par da música, o “BragaConcert 06” vai receber a visita de alguns actores do mundo da televisão, como Diana Chaves, Rodrigo Meneses e Núria Madruga, entre outros.
Depois dos espectáculos nos coliseus de Lisboa e Porto e durante a promoção da equipa brasileira no Mundial de Futebol da Alemanha, Daniela Mercury vem a Braga para promover o seu mais recente disco, "Balé Mulato". O reportório que se propõe apresentar foi definido “para todos os gostos”, do “rock n´roll” ao samba, com direito a um “reggae” de Bob Marley.
Por sua vez, os “Santos e Pecadores” de Olavo Bilac, Pascoal Simões, Ruy Martins, Pedro Cunha, Artur Santos e Pedro Almeida propõem desenvolver um espectáculo que passa pela fusão de vários estilos, mas que segue uma linha de composição que identifica o som do grupo.

“The Omen: O Génio do Mal” de John Moore

Numa fase em que Hollywood sofre de uma crise criativa, os “remakes” são cada vez mais frequentes. Utilizar um antigo êxito de bilheteira para fazer uma nova obra parece ser rentável, e a fórmula está longe de ser abandonada.
Desta vez, o alvo é o clássico de terror “A Profecia” de Richard Donner.
Numa reprodução fiel do filme de 1976, em “The Omen: O Génio da Mal”, o “Livro da Revelação” volta a designar a profecia que nos aproxima do fim do mundo.
Os sinais do livro estão aparentemente à nossa volta: ataques terroristas, guerras, catástrofes... a lista é imensa. Tudo aponta para a chegada do anti-cristo, cujo estigma é a sequência numérica "666", a marca da besta, do Diabo. O Anti-Cristo receberá todo o seu poder directamente de Satanás e estabelecerá um reino na Terra, assinalando o começo do Armagedão e o fim da existência humana como a conhecemos.
Para coincidir com o mítico número, a data escolhida para a estreia mundial da película foi precisamente o dia 6/6/06.
O enredo desenvolve-se em volta da família Thorn, em que o chefe de família Robert (Liev Schreiber) é um diplomata americano num momento difícil. Está preocupado com o complicado parto da sua mulher, Kathrynn (Julia Stiles) que não está a correr bem.
Horas mais tarde, Robert recebe a notícia da morte do filho recém-nascido, ao mesmo tempo que o padre do hospital lhe apresenta uma outra criança, nascida naquela mesma noite, cuja mãe morreu no parto, e o convence a ficar com ela em substituição da sua, sem Kathryn saber a verdade.
O casal Thorn acaba assim por criar o rapaz como sendo o seu verdadeiro filho, e dá-lhe o nome de Damien (Seamus Davey-Fitzpatrick).
Passados cinco anos, a criança demonstra ser um elemento profundamente perturbador na vida de todos. Múltiplos e assustadores incidentes ocorrem à sua volta, dando a entender que algo de terrível e errado existe nele.
Destaque para a prestação de Mia Farrow no papel de ama diabólica.
Para quem desconhece o enredo, que é igual na sua totalidade ao original, mudando apenas a época e os actores, vale a pena ver, embora o filme esteja demasiado “colado” ao antecedente, o que dá a entender que o irlandês John Moore não quis mexer demasiado na “receita” original.

Adeus Raúl Indipwo

O músico, cantor e pintor Raúl Indipwo faleceu aos 72 anos no passado domingo enquanto dormia, vitima de doença prolongada (cancro).

A missa em memória do artista foi celebrada na Basílica da Estrela onde o corpo esteve presente e da qual saiu numa urna coberta com a bandeira de Angola e Portugal. O funeral teve lugar no cemitério dos Olivais pelas 15 horas, onde o corpo foi cremado conforme o desejo do artista.
Em Lisboa centenas de angolanos e portugueses, entre os quais vários artistas, oriundos de vários pontos de Portugal prestaram a sua última homenagem ao popular artista que levou a música angolana aos quatro cantos do planeta.

Terça-feira, Junho 06, 2006

“Medeia”, uma tragédia grega em Portugal

Com tradução de Sophia de Mello Breyner, Fernanda Lapa encena o espectáculo “Medeia” no Teatro Nacional D. Maria II.

“Medeia” de Eurípides, um dos grandes autores das tragédias gregas, é uma das peças que melhor expressa a tragédia humana, num caminho sem retorno, para o qual não há salvação.

Medeia, princesa da Cólquida, actual Geórgia, traiu o seu país e o seu pai, entregando o Velo de Ouro a Jasão, o herói grego comandante dos Argonautas. Medeia segue Jasão apaixonadamente até à Grécia, onde vive exilada durante dez anos, submetendo-se à vontade do marido e às leis dum país estrangeiro. Até que Jasão a abandona para se tornar genro do rei Creonte. Medeia é expulsa com os dois filhos, ficando sem pátria. Medeia jura vingança e para isso destrói a casa real de Corinto, matando o rei e a sua filha, e destrói Jasão, matando os filhos de ambos. No entanto, ela é castigada pelo seu sofrimento.

A peça conta com a participação de Manuela Freitas, António Rama, Fernanda Lapa, João Grosso, José Neves, Luísa Cruz, Inês Nogueira, Margarida Mestre, Marta Lapa, Sara Carinhas, Sofia Petinga e Sónia Neves. O espectáculo vai estar em cena na sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II, de terça-feira a sábado às 21h30 e aos domingos às 16 horas, até ao dia 11 de Junho.

“As Caras da Mãe” de Rita Ferro


Este livro pretende evidenciar o amor forte e incondicional que existe entre mãe e filho. Os filhos, mesmo em bebés sabem interpretar a disposição dos pais. Distraída, alegre, triste, cansada ou irritada, a Mãe gosta sempre e de forma incondicional do seu bebé. Por consequência, todas as crianças acabam por, inconscientemente, se projectar nesta relação íntima entre o bebé e mãe.
Rita Ferro escreveu e Luís Leal ilustrou o livro “As Caras da Mãe”.

Sobre a autora, Rita Ferro nasceu em 1955 em Lisboa. Estudou Design e Marketing e exerceu funções de direcção e consultadoria em diversas empresas. Foi professora no IADE e colabora regularmente na imprensa, rádio e televisão. Em 1990, publica o seu primeiro romance que teve um enorme sucesso no mercado literário português. Hoje em dia é conhecida por ter uma técnica narrativa mordaz e cativante. “As Caras da Mãe” é o seu primeiro livro infantil.
Quanto ao ilustrador, Luís Leal nasceu em Lisboa em 1963. Estudou Belas Artes e, desde 1982, tem executado trabalhos de desenho para imprensa e publicidade e exercido actividades de criativo em design gráfico, marketing e decoração de interiores.

“A Noiva do Cadáver”, uma obra de génio

Tim Burton regressa ao mundo imaginário das comédias românticas negras a que nos habituou (“Eduardo Mãos de Tesoura” e “O Estranho Mundo de Jack”).

Recentemente editada em DVD, a longa-metragem animada “A Noiva do Cadáver” tem como cenário uma aldeia europeia do século XIX. Trata-se da história de Victor (voz de Johnny Depp), um rapaz que é raptado para a Terra dos Mortos e obrigado a casar-se com a misteriosa Noiva Cadáver (voz de Helena Bonham Carter). Enquanto isso, a sua verdadeira noiva, Victoria (voz de Emily Watson) espera-o no mundo dos vivos. Apesar da vida no Além ser muito mais interessante que a vida chata e regrada que Victor levava no mundo dos vivos, este descobre que não há nada que o possa manter afastado do seu verdadeiro amor.
Um conto de fadas encantado com o estilo peculiar e o humor negro de Tim Burton.

Entre os extras do DVD, destacam-se: “Em dois mundos”, “Danny Elfman interpreta os dois mundos”, “Os animadores: a dádiva da vida”, “Tim Burton: luz e escuridão”, “Vozes do outro mundo”, “Por dentro dos modelos” e “As vozes por trás da voz”. Para além disso, o DVD também tem galerias de pré-produção do filme, o trailler de cinema e a opção de visionamento do filme numa versão apenas com a banda sonora.

O Dia de Portugal


No próximo dia 10 de junho vão ser realizadas no Porto as comemorações oficiais do Dia de Portugal, as primeiras presididas pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
A cerimónia militar vai envolver os três ramos das Forças Armadas, contará com meios navais da Marinha posicionados ao largo do Castelo do Queijo, a exibição de aviões da Força Aérea, bem como o desfile de "meios mecanizados e motorizados" do Exército.
No decorrer das comemorações dar-se-á lugar à habitual cerimónia de imposição insígnias nacionais pelo Presidente da República, cuja a lista ainda não foi divulgada.
A Câmara Municipal do Porto promoveu, para enquadrar nas celebrações deste dia, a inauguração de uma exposição da Presidência da República e um concerto da Casa da Música que apresentará um concerto de música portuguesa, terminando com um banquete oferecido pelo Chefe de Estado ao Corpo Diplomático acreditado no País.
Esta é a segunda vez que o Porto é escolhido para receber as cerimónias de 10 de Junho. Cavaco Silva vai receber os habituais cumprimentos do Corpo Diplomático, na Alfândega do Porto, visto ser a primeira cerimónia comemorativa do Dia de Portugal a que preside.

Expensive Soul, uma “Alma Cara”

Editado neste mês, o novo álbum dos Expensive Soul, “Alma Cara” apresenta 14 novas faixas, incluindo o single “Brilho” que já anda a passar nas nossas rádios há algumas semanas.
Neste disco encontra-se bem presente o som característico dos Expensive Soul, que mantêm as raízes do hip-hop, misturando-as com estilos como o reggae, o soul, o funk e o jazz.
Este álbum conta com a participação de NBC e Nightfly. A destacar neste disco é também a produção de New Max, que se tornou uma referência no panorama nacional com a produção do álbum “Revistados 25-06” a partir de versões dos temas de GNR, disco no qual os Expensive Soul apresentam um “remake” do clássico “Efectivamente”.
Os Expensive Soul são um dos projectos que mais tem contribuído para uma nova visão da cultura hip-hop, por isso são mesmo um nome a reter.

Segunda-feira, Junho 05, 2006

França novamente em estado de alerta

Mais uma vês a França encontra-se receosa com o novo surto de violência que se faz sentir nos arredores de Paris. Desde a noite de segunda-feira passada que vários grupos de jovens instalavam a desordem e o caos nas ruas de Montfermeil, a 15 quilómetros de Paris, incendiando caixotes do lixo e automóveis e atirando pedras às forças policiais.
O clima de tensão existia há já um mês, devido a algumas decisões do autarca de Montfermeil. O caso dos adolescentes serem proibidos de andarem na rua em grupos com mais de três pessoas ou na obrigatoriedade dos menores de 16 anos serem acompanhados por um adulto nos espaços públicos, constitui um dos principais motes para estes actos de violência.
Nas noites de segunda e terça-feira, os jovens de Montfermeil e de Clichy-sous-bois, no departamento de Seine-Saint-Denis, voltaram a ter violentos confrontos com a polícia.
Na terça-feira passada, pelas 22h 30, cerca de uma centena de jovens, encapuzados e armados com tacos de basebol, saíram às ruas Clichy-sous-bois. Exigiam a libertação de um amigo, alegadamente detido por roubo. Enfurecidos por acreditarem na inocência do jovem detido, barricaram estradas, atiraram pedras sobre a Polícia, partiram alguns vidros da Câmara de Montfermeil e tentaram atacar o domicílio do presidente da autarquia. Nessa noite, pelo menos cinco viaturas foram incendiadas, nove polícias ficaram feridos e três pessoas foram detidas.
Ontem, a violência e os estragos aumentaram ainda mais. Os jovens voltaram às ruas das duas cidades para enfrentar a frente policial com centenas de agentes “anti-motim”, vigiados por helicópteros. Os confrontos resultaram numa dezena de viaturas incendiadas, incluindo um carro das autoridades, três detidos, seis polícias feridos e ainda um número desconhecido de jovens com vários ferimentos.

Quinta-feira, Junho 01, 2006

“O Último Destino 3” de James Wong


Ninguém escapa aos terríveis desígnios da morte…

Neste terceiro filme da sequela, realizado por James Wong, Wendy (Mary Elizabeth Winstead) e os amigos reúnem-se para a festa de celebração do fim do liceu num parque de diversões local. Mas o que deveria ser um dos dias mais felizes da sua vida transforma-se num pesadelo.
Quando estão prestes a entrar na montanha russa, Wendy fica subitamente assombrada e resiste a entrar. Mas o namorado, Jason (Jesse Moss), convence-a de que ela está apenas a perder o controlo perante uma situação que a põe nervosa.Wendy avança, mas assim que fica presa na cadeira, tem a premonição de um acidente fatal em que a montanha russa se transforma numa armadilha mortal para ela e para os seus amigos.
Aterrorizada, pede para sair, e o seu colega de turma, Kevin (Ryan Merriman) sentado ao seu lado, sente-se obrigado a acompanhá-la. Mas Lewis (Texas Battle) provoca-o, dando origem a uma zaragata e fazendo com que um grupo de estudantes seja obrigado a abandonar a montanha russa. Apesar disto, outros continuam viagem, e enquanto observam cá de baixo, a premonição de Wendy mostra-se assustadoramente verídica – a carruagem fica fora de controlo, e todos os que ficaram na montanha russa morrem.
Este acidente é apenas o primeiro da película. Os que escaparam ao desastre descobrem que dificilmente conseguem fugir ao destino. Estavam destinados a morrer... e, por isso, a morte vai continuar a persegui-los.
Em breve reclama a próxima vítima, e é através desta tragédia que Wendy percebe que existem pistas para as futuras mortes dos até agora sobreviventes.
Os sinais surgem nas fotos que ela tirou naquela noite fatídica no parque de diversões.
Enquanto Wendy e Kevin tentam desesperadamente interpretar as pistas que poderão salvar as suas vidas, os seus amigos conhecem, um a um, um final cruel... O par de namorados sabe que em breve também chegará a sua vez...

Acidente de automóvel mata seis portugueses em França


Seis portugueses morreram, no passado dia 28 de Maio, num acidente de automóvel, em Châtillon-en-Michaille, na França, próximo da fronteira com a Suíça. Alguns pormenores ainda se desconhecem, mas sabe-se que os nove homens dirigiam-se para a Suíça para trabalhar. Na carrinha envolvida no acidente, seguiam também outros três cidadãos portugueses, que ficaram feridos, dois deles com gravidade.
A nacionalidade das nove vítimas está confirmada, mas não se sabe se residiam em Portugal ou já estariam imigrados na Suíça. Sabe-se, contudo, com base nos passaportes e bilhetes de identidade, que tinham idades entre os 22 e os 30 anos e que eram todos originários do Norte de Portugal.As autoridades consulares de Lyon, Genebra e Zurique estão a estabelecer contactos para descobrir o destino e residência actual das vítimas. O que está confirmado é que o monovolume de nove lugares foi alugado na província de Zurique, o que poderá indiciar que era esse o destino dos portugueses. De referir que, em Janeiro do ano passado, um português morreu e outros cinco ficaram feridos num acidente, em França, quando seguiam num mini-autocarro para trabalhar na Suíça. Segundo o cônsul em Lyon, é habitual o transporte de imigrantes portugueses para Suíça, em carrinhas e mini-autocarros, que atravessam a França longitudinalmente.

Papa escolhe Auschwitz para terminar a sua visita à Polónia


No passado dia 28 de Maio, Bento XVI entrou no antigo campo de concentração de Auschwitz de rosto carregado, com o olhar triste e de cabeça baixa. A visita ao lugar onde morreram mais de um milhão de pessoas, na sua grande maioria judeus, é considerada um importante momento histórico. O Papa, que como qualquer jovem alemão seu contemporâneo chegou a pertencer à Juventude Hitleriana, mostrou-se bastante emocionado em Auschwitz e deixou o compromisso de lutar até ao fim contra o barbarismo dos homens.
Seguido por um grupo de cardeais e bispos, Bento XVI, avançou pelo campo de concentração a pé até ao Muro das Execuções, onde esteve só, a rezar. O Sumo Pontífice declamou uma pequena oração em alemão, plena de simbolismo e força.
O grande rabino da Polónia, Michael Schudrich, considerou a visita do Papa Bento XVI ao antigo campo de concentração de Auschwitz "um grande momento no processo de reconciliação" entre cristãos e judeus.Bento XVI confessou ser "difícil para um cristão, para um Papa vindo da Alemanha" usar da palavra naquele "lugar de horror, de acumulação de crimes contra Deus e contra o Homem que a nada pode ser comparado na História." Seguidamente, o Papa, para quem o diálogo inter-religioso é uma das preocupações, saudou um a um, os 32 sobreviventes de Auschwitz que marcaram presença no campo de concentração nazi naquele dia marcante para todos, fossem cristãos ou judeus.

Quarta-feira, Maio 31, 2006

“X-Men 3: The Last Stand” de Brett Ratner


“Todo o começo tem um fim…”

Quando é criada uma cura para as mutações, aproxima-se uma época de viragem na História. Caberá aos mutantes decidir manterem-se isolados ou desistir da sua unicidade e tornarem-se humanos. Decidem-se então os lados de uma guerra que vai terminar com todas as outras...

Os mutantes de X-Men voltam a lutar pelo seu direito à diferença, no terceiro e último título da saga. Os super-heróis da Marvel estão nas salas de cinema portuguesas desde quinta-feira passada, dia 25 de Maio.
É o confronto final, o último dos três capítulos de uma trilogia que já deu muito que falar. Agora, depois de ter sido descoberta uma “cura” para os mutantes, eles vêem-se perante a possibilidade de optar entre manter os seus poderes ou tornarem-se seres humanos comuns.
Mas esta solução ameaça mudar o rumo da história.
Do seu lado, os mutantes têm pela primeira vez a oportunidade de escolher. Ou mantêm a sua unicidade, através do isolamento e alienação, ou desistem dos seus poderes, tornando-se humanos.
A revolucionária descoberta vai colocar em campos opostos Magneto (Ian McKellen), que deseja transformar todos os humanos em mutantes, e os X-Men, liderados pelo professor Charles Xavier (Patrick Stewart).
Enquanto Xavier recomenda tolerância, Magneto acredita na sobrevivência dos mais bem dotados. Os dois pontos de vista antagónicos conduzem a um último combate – uma guerra final para acabar com todos os conflitos.
Mantendo-se “igual a si próprio”, em formato de épico de acção, “X-Men: The Last Stand” toca em problemas que revelam forte vertente contemporânea, colocando questões como: Será a conformidade um antídoto para o preconceito? É cobardia desistir da individualidade para enfrentar e evitar perseguições? Os fins justificam os meios? Um grande poder é uma bênção ou uma maldição?
A nova e para já última batalha que se torna uma aventura para os que têm extraordinários poderes e lutam para proteger um mundo que os receia.

Filipe é o mais recente reforço do plantel leixonense


Hoje de manhã, o médio do SCBraga, Filipe, assinou por uma época pelo Leixões. Apesar de ter sido um jogador pouco utilizado na época passada foi habitual vê-lo a fazer parte das convocatórias de Jesualdo Ferreira. Jogador de personalidade vincada e ao qual o clube arsenalista assegura como um jovem de enorme potencial, Filipe ruma até à equipa do Mar para tapar o grave buraco que esta equipa mostra no meio campo ofensivo. Esta carência notou-se recentemente depois do empate (0-0) frente ao Luxemburgo, no passado dia 21 de Maio e durante quase toda a época.
Em declarações ao cs criações, Filipe mostra-se ambicioso e afirma :“Quero ser uma mais valia para ajudar o clube a chegar à 1ªLiga".

Fontes: notícia em primeira mão para o cs criações
Foto: do site oficial do SCBraga

“O Codex 632” de José Rodrigues dos Santos


Um romance de tom histórico que nos transporta numa surpreendente viagem pelo tempo



O enredo do mais recente romance de José Rodrigues dos Santos, “O Codex 632”, desenvolve-se em volta de uma mensagem enigmática encontrada entre os papéis que um velho historiador deixara no Rio de Janeiro antes de morrer: “MOLOC NINUNDIA OMASTOOS”.
A acção desenrola-se quando Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, é incumbido de decifrar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou estar para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo.
Ao longo dos séculos o debate sobre a identidade de Colombo tem dividido opiniões e criado, inclusivamente, entre historiadores e estudiosos, fortes divergências de opinião. Existem correntes distintas: há quem reclame a identidade genovesa, ao mesmo tempo que os espanhóis avançam com a teoria de que Cristóvão era catalão e tantos outros acreditam que este era português.
Numa viagem de 550 páginas o leitor confronta-se com factos curiosos como, por exemplo, a recolha de indícios de que Cristóvão Colombo era um judeu português.
No livro, ficam ainda pistas interessantes como o facto de Cristóvão Colombo ter casado com D. Filipa Moniz Perestrelo, uma jovem da nobreza portuguesa e descendente de Egas Moniz.
Além da História em si, uma das peculiaridades deste romance são as diversas estórias paralelas como, por exemplo, o romance de Tomás com Lena, uma aluna sueca e inteligente, ou a ruptura de Tomás com a sua mulher Constança. Ou ainda, a sua filha Margarida, com 9 anos e possuidora de “Trissomia 21”.
De referir, porém, que este é um romance histórico com recurso a fontes originais mas é ficcionado.
O autor José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 em Moçambique. É sobretudo conhecido pelo seu trabalho como jornalista, carreira que abraçou em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 Horas. Em 1991 passou para a apresentação do Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002.
Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Director de Informação da televisão pública. É um dos mais premiados jornalistas portugueses, galardoado com dois prémios do Clube Português de Imprensa e três da CNN, entre outros. Já publicou quatro ensaios e este é o seu terceiro romance.
Baseado em documentos históricos genuínos, este novo romance de José Rodrigues dos Santos, transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade. Uma obra admirável que não se consegue parar de ler!

Terça-feira, Maio 30, 2006

Peregrinação à Senhora da Saúde

No passado domingo, dia 28 Maio, na Póvoa de Varzim, milhares de pessoas seguiram numa peregrinação, com destino ao Santuário da Nossa Senhora da Saúde, na freguesia de Laúndos. É uma peregrinação que se vem repetindo ao longo de vários anos e conta com a presença de um elevado número de jovens a apoiar este evento.
O dia começou com a celebração de uma missa na Igreja Matriz, onde a imagem da Senhora da Saúde esteve desde o dia 13 Maio. É de acrescentar que todas as sextas, desde esse dia, celebraram-se missas em honra da Senhora. O andor foi transportado por pescadores da cidade, que a título de curiosidade têm como nome do seu barco “Senhora da Saúde”.
Esta é uma das manifestações religiosas de maior relevo nesta cidade piscatória.
Debaixo de um calor tórrido que se fez sentir, milhares de crianças, jovens e mesmo os mais idosos, percorreram os cerca de sete quilómetros, rezando e cantando em louvor à Senhora da Saúde. Em declarações ao cs criações, Constância Moça, de 53 anos, diz que “Faça sol ou faça chuva, venho nesta peregrinação desde pequena”. Refere que custou muito esta peregrinação mas que “também Jesus passou muito por nós”. É mais que uma tradição pois “cada um vem com a sua devoção e com os seus pedidos”.
Chegando a Laúndos foi celebrada a eucaristia, presidida pelo bispo D.António Santos, em que se apoiou no lema “Acreditar na família é construir o futuro”. Foi uma missa campal, na qual foi notável a presença de vários peregrinos.
Terminada a missa, os milhares de pessoas disperçaram-se acampando perto do Santuário, para comer e esperar pelas 16horas da tarde, hora da reza e bênção do Santíssimo Sacramento. A reza foi revestida de uma elevada devoção e sentimento por parte de todos os que lá estavam. A hora do “Adeus” foi o clímax e todos os devotos acenaram com lenços brancos ao verem a Senhora partir. Para terminar foram soltas pombas brancas como símbolo de paz.

Fontes: no local

Quinta-feira, Maio 25, 2006

A cidade do Rock está de volta

A cidade de Lisboa recebe na sexta-feira, dia 26 de Maio, um dos maiores festivais de música de todos os tempos, o Rock in Rio.

A edição de 2006 do festival Rock in Rio Lisboa vai ter lugar no Parque da Bela Vista, onde serão apresentados cinco dias de grandes concertos e outras actividades.
No primeiro dia do evento (26 de Maio- Sexta-feira), marcam presença no palco principal, “Palco Mundo” artistas como: Os britânicos Jamiroquai, Jay Kay, os D`Zrt, Ivete Sangalo e Shakira.O palco Hot Stage é entregue a artistas mais pop, onde os projectos portugueses se afirmam. São os Room 74 a abrir (16:30 horas) seguindo-lhes a banda Fingertips e por fim os Expensive Soul. Na Tenda Electrónica, o projecto Groove Armada Sound System constitui o nome forte para o primeiro dia, mas teremos também a oportunidade de ouvir David Guetta, HP Tocarufar Project e Luís Leite & Alex SPS Darkmountain Group.
Para o segundo dia (27 de Maio- Sábado) teremos no Palco Mundo, Guns n´Roses, Pitty, The Darkness e Xutos & Pontapés. No Hote Stage temos garantido a presença de Wraygunn e na tenda electrónica a de Carl Cox.
No terceiro dia (2 de Junho- Sexta-feira) o Palco Mundo será de Carlos Santana, Jota Quest, Roger Waters e Rui Veloso. No palco Hot Stage são os Hands On Approach, Starsailor e Zé Ricardo que animam o evento e na tenda electrónica a presença é de François K, Joaquim “Joe”, Claussel e Danny Krivit.
As estrelas do quarto dia (3 de Junho- Sábado) para o Palco Mundo são: os Da Weasel, Red Hot Chili Peppers e Orishas . No palco Hote stage contamos com Fronzie, Sandra de Sá e Tara Perdida. Na tenda electrónica estarão os 2 Many DJ´s e o Dj Kitten.
No último dia os artistas que fecham a cidade do Rock no Palco Mundo são: Anastacia, Sting, Corinne Bailey Rae, GNR e Marcelo D2. O palco Hote Stage será de Mesa, The Elected e The Gathering. Quem fecha a tenda electrónica é Danny Tenaglia, Dj Vibe e Tó Ricciardi.
O projecto Rock in Rio é muito mais que o maior evento musical do mundo, é acima de tudo um projecto social que luta “Por um Mundo Melhor”. Este projecto, desde a edição de 2001, converteu-se numa ajuda social que atribui verbas a organizações que acolhem crianças carenciadas.
Em 2001 este projecto contribuiu com mais de 2 milhões de dólares para a fundação Viva Rio e para a UNESCO. Contribuição que permitiu a realização de vários projectos que vieram beneficiar jovens carenciados.
Na edição 2004, com o Rock in Rio Lisboa, também as crianças portuguesas puderam beneficiar destas verbas.
A plan International – Childreach teve um papel importante para que os fundos arrecadados chegassem a crianças de 45 países em vias de desenvolvimento. Em Portugal esse papel de atribuição dos fundos para as instituições portuguesas, coube à SIC Esperança.
O empresário e presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, converteu o festival numa “arma” destinada a combater problemas sociais que cada vez mais afectam os jovens. Esta iniciativa já apoiou milhares de jovens de favelas e comunidades carentes do Rio de Janeiro. Permitiu-lhes um apoio educacional, que seria impossível na realidade social em que estes jovens se encontram.
Este projecto, na sua vertente social, pretende através da música mobilizar as pessoas para “Um Mundo Melhor”.